sábado, 29 de dezembro de 2007

FOI EM FAMÍLIA

Hoje como sempre a família vive em dificuldades e tribulações, é atacada, vilipendiada, obstruída. Porém

Deus quis nascer no seio duma família.
Deus chorou quando foi família.
Deus acolhe o pobre e o rico em família.
Deus deixou-se guiar por uma família.

Em família Jesus reconheceu um nome: Maria!
Em família Jesus respeitou um homem: José!
Em família, Deus-connosco, foi iniciado na fé.
Em família, Jesus foi querido e agasalhado.
Em família, Jesus soube o que é ter de fugir.
Em família, Jesus foi consolado e animado.
Em família, Jesus aprendeu a crescer.
Em família, Jesus sofreu o desprezo
dos que O não quiseram nem ver nem esperar.
Em família, Jesus viu o encanto dos pastores.
Em família, Jesus viu os três reis magos
que lhe ofereceram ouro, incenso e mirra.
Em família, Jesus falou e aprendeu o silêncio.
Em família, Jesus foi perdido e encontrado.
Em família, Jesus brincou, rezou e cantou.
Em família, Jesus aprendeu a sofrer
a incompreensão dos que O rodeavam.

Em família... Sim, em família!
Em família, Jesus foi filho!
Em família, Jesus foi menino!
Em família, Jesus foi jovem!
Em família, Jesus aprendeu a ser adulto!
Em família, Jesus aprendeu a olhar os céus!

ADORAÇÃO | QUINTA-FEIRA | 03 JANEIRO

14:00 - 23:00 TARDE - NOITE DE ADORAÇÃO
· 14:00h Início da Adoração Eucarística mensal.
· 17:45h Os Ministros da Comunhão orientam uma hora de oração pelas vocações.
· A Adoração encerra com a bênção às 23:00h.

(Olhar) A Sagrada Família de Nazaré (iv)

O que podemos aprender na Escola de Nazaré?
Tudo isto e muito mais. Todos podemos aprender na Escola de Nazaré, onde, mãe, pai e filho são os professores.
Os pais podem aprender com José a ser solícitos vigilantes e atentos, trabalhadores, providentes do lar e homens de fé que sabem discernir a vontade de Deus a seu respeito e a respeito dos seus.
As mães aprendam com Maria o recato, a singeleza do espírito, a firmeza, a fidelidade perfeita, e a ouvir as propostas ousadas da Palavra de Deus.
Os filhos podem aprender com Jesus a obediência aos pais, mesmo sendo mais que eles! Eram menores que Ele em nobreza, virtudes, sabedoria e dons naturais; ainda assim obedecia-lhes serenamente e com eles aprendeu a crescer, a rezar, a amar e a ser adulto.
Os pobres aprendam da Sagrada Família a conservar a dignidade na pobreza e até na penúria.
Os nobres podem aprender com esta nobre família descendente do Rei David — e protectora do Rei dos reis — a agir com moderação no esplendor da sua fortuna.
Os operários e os que se irritam com as dificuldades da vida e da sua condição modesta, contemplem a família pobre de José e reconhecerão com orgulho que foi esta e não uma rica, a eleita para cuidar de encontrar o pão de cada dia para a boca do Salvador do mundo. Por fim, foi a uma família pobre que o Todo-poderoso obedeceu.
Erat subditus illis!

(Olhar) A Sagrada Família de Nazaré (iii)

Era uma família atenta
Não viviam assoberbados pelo trabalho ao ponto de perder a noção do tempo e das situações. Liam com facilidade a situação política concreta. O Menino era para este jovem casal uma fonte de profunda alegria e um grande motivo de preocupação. A cruel perseguição de Herodes ao Menino constituiu-os em fugitivos, emigrantes e desterrados. Aquando da morte do tirano perseguidor regressarão, mas porque sobre Belém reina um tirano pior que ele vão instalar-se na desconhecida aldeia de Nazaré, longe da sua mão e poder.­­

(Olhar) A Sagrada Família de Nazaré (ii)

Era uma família feliz
A família de José estava apoiada nos pilares fortes da paz e da harmonia, da paciência e resignação. Foi isso que atraiu José em Maria. E vice-versa. Mas sabemos bem que durante o desposório as coisas estiveram difíceis, sinal de que os santos e os justos atravessam, por vezes, dificuldades maiores que as nossas.
Jesus que era Deus, o Deus de José e de Maria!, era-lhes submisso. Respeitou-os e obedeceu-lhes. Maria — a Mãe de Deus! — reconhecia em José a autoridade de chefe de família: era-lhe submissa, atenciosa e conselheira prudente.
Eram uma família feliz.

(Olhar) A Sagrada Família de Nazaré (i)


Era família pobre mas não resignada
A família de Jesus era pobre, mas pobre mesmo. E naquele tempo não havia sequer o Rendimento de Inserção Social. Eram todos os seus membros devotados ao trabalho, pois nenhuma ajuda se poderia desprezar. José, talvez carpinteiro, talvez homem dos sete ofícios, fazia de tudo um pouco. Não me espantaria que soubesse fazer um arado de madeira e uma barca de pesca. Consertaria com igual facilidade uma cadeira ou um muro. As mãos eram pesadas e calejadas e os instrumentos muito primitivos. Mas em todas as milhas em redor não havia outras igual para afagar a cabeça de Jesus e ensiná-l’O a trabalhar, como Maria e o Pai Eterno bem testemunhavam.
Maria, ali bem perto da oficina, dedicava-se à casa. Era um regalo de música quase divina ouvir os seus dois homens a palrar as melhores soluções para o trabalho do momento. Era modesta nos arranjos da sua casa, onde nunca faltava água fresca que ia buscar, à cabeça, à fonte — a Fonte da Virgem como ainda hoje é conhecida em Nazaré. Jamais recriminou José por gastar água em demasia para lavar as mãos sujas do trabalho.
Nas suas mãos dançavam agilmente o fuso e a roca, e a cozinha não tinha segredos para si. Tão‑pouco os alimentos eram muito variados em sua casa...
José suava como os outros trabalhadores. Nalguma pausa do trabalho surpreendia-se a olhar para a mulher, e via-a serena e calma a rezar tal como no dia em que o Anjo a saudou.
Jesus saía aos dois. Em menino ajudou a Mãe em casa; depois, já mais crescidinho, ajudou o pai na oficina. Foi buscar água, trincou os dedos e carregou madeiras. A sua arte era mesmo a de aliviar os pais do peso do trabalho e contribuir para a casa.

A Festa da Sagrada Família de Jesus

A Festa da Sagrada Família de Jesus, José e Maria é uma festa feliz, uma escola única, a que devemos aproximar-nos com leveza interior. Logo no primeiro domingo a seguir ao Natal somos convidados a submergir-nos nesta família tão especial que é também nossa.
Depois do regresso do Egipto, onde estiveram refugiados, Jesus viveu em Nazaré com a sua família, Maria e José. Como era a família de Nazaré para que dela possamos aprender algo?

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Ceia de Reis do Carmo


A Ceia de reis da Comunidade do Carmo de Aveiro é um encontro da nossa família à volta de outra mesa. Terá lugar no próximo dia 5 de Janeiro de 2008, no Salão do centro Pastoral de São João da Cruz. Inscreva-se na Sacristia.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Saudação de Natal

AOS QUE CONNOSCO,
COMUNIDADE DO CARMO DE AVEIRO,
PERCORRERAM NA ESPERANÇA OS
CAMINHOS DA FÉ;
AOS QUE CONNOSCO
PELA PALAVRA, PELA BELEZA
E TESTEMUNHO COLABORARAM NO ANÚNCIO DA BOA NOVA;
AOS QUE CONNOSCO
LAVARAM OS PÉS AOS IRMÃOS
E A DEUZ ENTOARAM OS LOUVORES
DE QUE SÓ ELE É DIGNO;
A TODOS,
AOS DE LONGE E AOS DE PERTO:

SANTO E FELIZ NATAL!

sábado, 22 de dezembro de 2007

ORAÇÃO PARA A CEIA DE NATAL

(Antes da ceia reúne-se a família junto ao Presépio. Acendem-se uma ou duas velas, e apagam-se as luzes de casa. Inicia-se a Leitura do Evangelho e às palavras «Anuncio-vos uma grande alegria» acendem-se as luzes da sala.)

1. Reunir a família.
2. Em nome de Pai e do Filho e do Espírito Santo.
3. Leitura do Evangelho de S. Lucas 2, 8-20.
4. Oração.
5. Cântico de Natal que a família conheça.


Oração
Senhor nosso Pai, nós Vos louvamos
e bendizemos porque nos concedeis
a alegria de celebrar os 2007 anos
do nascimento de Jesus Cristo,
o Salvador do mundo.
Nós Vos damos graças por todas as manifestações do vosso amor.
Dai-nos, Senhor o Vosso Espírito Santo para que Jesus nasça e cresça nos nossos corações e seja, no centro da nossa família, a fonte da vida e do amor.
Guardai no Vosso amor os nossos familiares e amigos que estão longe
e que hoje lembramos com saudade,
e concedei aos nossos defuntos
a glória do Céu.
Dignai-vos também abençoar
a nossa mesa e a nossa casa,
para que a alegria do Natal dê abundantes frutos de caridade em cada um de nós.
Por nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho, que é Deus convosco
na unidade do Espírito Santo. Amen!
(Pai Nosso, Avé Maria, Glória ao Pai.)