terça-feira, 18 de março de 2008

23 de Março | Domingo de Páscoa

Há um túmulo aberto e uma pedra que rolou. Há um sudário dobrado e ligaduras abandonadas. Jesus triunfou para sempre sobre o mal e sobre a morte. O Amor ressuscitou-O. É a vitória definitiva. E nós, cheios de alegria, celebramo-l’O porque queremos viver como Ele e queremos que a Sua vida chegue a todos os homens e mulheres do mundo inteiro. Houve morte e ressurreição. Houve abandono e encontro.
ALELUIA! Cristo Ressuscitou!

10:00 Eucaristia da ressurreição.
11:30 Eucaristia da ressurreição.
18:00 Oração discípulos de Emaús.
18:30 Eucaristia da ressurreição.

22 de Março | Sábado Santo

Vigília Pascal na Noite Santa

O Senhor Jesus está no sepulcro, no lugar dos mortos. E nós, sua Igreja, em silêncio, velamos e esperamos com fé a sua Ressurreição. Meditemos em silêncio e oração, a sua Paixão e Morte.
O Sábado Santo é um dia cheio de esperança. Nós sabemos que Jesus não fica no sepulcro, que ressuscitará. Hoje, nós aguardamos esperançadamente a Noite santa da sua ressurreição.

09:00 Oração da Sepultura do Senhor.
16:00 Terço de Nossa Senhora Dores.
21:30 Solene Vigília da Ressurreição.

21 de Março | Sexta-feira Santa

Celebração da Paixão e Morte do Senhor
Jesus verdadeiro Deus e verdadeiro homem, o Servo Sofredor, conheceu a provação e a angústia da morte. A cruz diz-nos que o perdão aumenta o amor; que só na obediência ao Pai tudo se pode cumprir; que duma vida entregue até ao fim pode nascer o homem novo. Do madeiro da cruz resplandece a vida.

09:00 Via Sacra.
15:00 Oração da Hora de Noa.
18:30 Celebração da Paixão do Senhor.

quinta-feira, 13 de março de 2008

20 de Março | Quinta-feira Santa

Celebração da Ceia do Senhor

O caminho da Paixão do Senhor está assinalado pelos sinais que Ele nos deixou. — «Compreendeis o que Eu vos fiz?», pergunta àqueles que O desejam seguir. No coração da Eucaristia, os sinais do vinho e do pão introduzem-nos na presença do seu Corpo e Sangue.

08:00 Oração de Laudes

18:30 Celebração da Ceia do Senhor

Tempos de adoração:
19:30 - 20:30 • Coral Cântico Espiritual
20:30 - 21:00 • Aspirantes ao Carmo Secular
21:00 - 21:30 • Lauda Carmeli
21:30 - 22:00 • Coral Voces Carmeli
22:00 - 22:30 • Adoramus Te
22:30 - 23:00 • Ministros e Leitores
23:00 - 23:30 • Visitadoras dos doentes
23:30 - 24:00 • Fraternidade do Carmo Secular

00:00 Oração a Jesus Encarcerado.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Serviço de Confissões na Semana Santa (*)


DIA 17 SEGUNDA-FEIRA SANTA
>> 09:00H - 11:00H
>> 16:00H - 18:00H

DIA 18 TERÇA-FEIRA SANTA
>> 09:00H - 11:00H
>> 16:00H - 18:00H

DIA 19 QUARTA-FEIRA SANTA
>> 09:00H - 11:00H
>> 16:00H - 18:00H

DIA 20 QUINTA-FEIRA SANTA
>> 09:00 - 10:00
>> 16:00 - 18:00

DIA 21 SEXTA-FEIRA SANTA
>> 10:00 - 12:00
>> 16:00 - 18:00

DIA 22 SÁBADO SANTO
>> 10:00 - 12:00
>> 17:00 - 18:00

(*) Nota:
Também atenderemos em outros momentos, desde que nos seja possível. Basta que chame à Campainha ou que marque pssoalmente com um sacerdote por telefone (234 422 319)

segunda-feira, 10 de março de 2008

DIA 15 - FESTA DE SÃO JOSÉ

Por questões de organização do calendário litúrgico
a Festa de São José tem lugar este ano no dia 15 de Março.
Na nossa comunidade vamos celebrá-la solenemente
na tarde do dia 14 de março, Sexta-feira;
e na manhã do dia 15, Sábado.

domingo, 9 de março de 2008

Patriarca São José: Campeão da fé. Actuante silencioso. Humilde e homem coerente!


São José, campeão da fé:
A vida de São José foi completamente uma vida baralhada por Deus. Deus baralhou-o e voltou a dar, sempre e como quis. As misteriosas iniciativas de Deus (que nunca o visavam pessoalmente a si, mas a salvação da Humanidade — que para isso nasceu o Menino Jesus!) embaralharam-no muito e sempre, e nunca lhe deram oportunidade de as entender.
São José deixou-se conduzir e não se furtou a ser embaralhado, porque era homem justo, e só merece o nome de justo quem vive da fé. Aonde queria levá-lo o Senhor? José não sabe! Deus não lhe disse. Nada lhe explica. E José, que faz? Obedece. Segue. Vai. Obedece, simplesmente. Disse sempre sim, com a vida; as palavras ficavam‑lhe caladas. Nunca teve perguntas a fazer, dúvidas a propôr, soluções a seguir, hesitações a ponderar. Obedeceu!

São José age no silêncio
Como é fecundo o silêncio! Não se lhe conhece uma palavra que tenha dito, uma dúvida, uma exultação, uma indecisão.
Deus fala e São José cumpre:
— «Não temas...»; e José não teme; todos os seus terríveis dramas logo se diluem.
— «Levanta-te...»; e José levanta-se do sono e faz-se ao caminho.
— «Regressa...»; e prontamente o vemos de regresso.
A sua resposta pronta aos sinais de Deus, mostra-nos a beleza da sua disponibilidade interior.

São José, o humilde
É maravilhoso o exemplo de Santo Patriarca. É o chefe da sua casa, mas perde o tempo a servir numa familiaridade feita de abandono e contínua dedicação. Jamais mede a vida de Jesus e a da Virgem pelas dificuldades a que obrigam; simplesmente coloca a sua vida ao serviço deles. Não vai para o Egipto quando lhe é cómodo, mas quando o interesse de Jesus assim o exige.

São José é um homem coerente
São José é um leigo, no sentido mais comum da palavra. É leigo em tudo, porque não exerce nenhuma função oficial: é um homem como todos, inserido a fundo nas realidades terrenas, para se oferecer como suporte à Encarnação do Verbo Divino. É pai do Sacerdote Eterno, mas ele mesmo é um simples leigo!
O Verbo Eterno encarna-se na família de que é chefe e vive a realidade das criaturas humanas, na condição mais universal, que é a do trabalho e da pobreza. E São José ensina-nos como podemos constituir o nosso serviço numa oblação a Cristo, para aumento do seu Reino no mundo.
A sua autoridade não é a de um poder triunfalista, mas algo, que deriva do interior. Ele faz-nos compreender que o conteúdo do Reino é servir, e ajuda-nos a colaborar na salvação dos que crêem Cristo, e a Cristo obedecem e confiam.

Pela iniciativa de Deus, São José encontra-se inserido, de forma muito comprometida, no mistério da Encarnação do Verbo:
· É o marido da Virgem Maria;
· Será o pai putativo do Menino Jesus;
· Comandará a família de Nazaré; sustentá‑la-á com o seu trabalho; defendê-la-á e protegê‑la-á sem protagonismo, deixando a Deus esse encargo;
· É o maior protector da mais alta e sagrada virgindade, a da Virgem Maria, e da pureza do Filho de Deus. E como fez? Cuidando da santidade de Jesus e da de Maria, para logo desaparecer aos olhos de todos, excepto do olhar deles.
Deixou-se envolver pelo Senhor e conduzir por caminhos misteriosos. Renunciou a entender e aceitou crer; renunciou a chefiar e aceitou obedecer. No entanto, acreditando, deixou-se conduzir pelo Espírito Santo que, juntamente com Jesus e Maria o introduziram, dum modo particularmente íntimo, no mistério da Encarnação e da nossa Salvação.
São José, é o amabilíssimo padroeiro e defensor da vida espiritual. Pelo seu trato com Jesus ele sabe como ajudar-nos a ser amantes do Coração de Jesus e a ser agradáveis aos olhos de Deus.
Quanto maior fôr o número dos que nos esquecem melhor será, porque neste nosso desaparecer aos olhos de todos e, ao mesmo tempo, ao nossos olhos, melhor o nosso egoísmo saberá como perder-se na adoração humilde, no silêncio fecundo, na fragante beleza e infinita grandeza do Deus único e Senhor nosso.

(Chama nº 663­ - 09 Março ’08)

sábado, 1 de março de 2008

As se7e palavras de amor de Jesus na Cruz

A meditação das sete palavras de Jesus na Cruz é uma antiga tradição espiritual, que parece pouco arraigada na tradição devocional portuguesa. Ou talvez o tenha sido e eu não tenha alcançado essa época.
A verdade é que não encontrei ainda textos lusos sobre o tema. O que recolho e medito vem de outras fontes.


1. TENHO SEDE
(João 19:28)
Tenho sede, disseste, Senhor.
E o teu grito trespassa os nossos ouvidos
e invade o nosso interior
com o alcance da lâmina que alcança a divisão
do espírito e da alma.
Tu, o dador de Água Viva, tens sede!
O teu grito é o de muitos homens e mulheres.
De uma e outra margem e de todas as margens
são muitos os que gritam:
«Tenho fome! Tenho sede!
Preciso de atenção e de amor! Procuro a paz!»
E nós, Senhor, como Tu, ficamos em silêncio,
com todos os sedentos.
Dá-nos a tua sede, dá-nos o teu amor, Senhor.

2. PAI, PERDOA-LHES PORQUE NÃO SABEM O QUE FAZEM
(Lucas 23:24)

Diante das tuas palavras, Senhor,
nós ficamos calados e sem palavras.
Como é possível tanta ternura e misericórdia!
Na tarde do amor,
serenamente, ponho-me diante de Ti, Senhor;
diante de teu olhar deponho os meus segredos.
Ensina-me a perdoar sempre, como Tu perdoas.
Que a paz nasça no meu coração:
que dele brote o amor e o perdão para todos.

3. EU TE DIGO: HOJE MESMO ESTARÁS COMIGO NO PARAÍSO
(Lucas 23:43)

Hoje sabemos de ciência certa
que podemos contar com o teu amor.
Hoje é o teu amor quem nos espera.
Hoje sai ao nosso encontro a tua palavra,
surpreendente e fiel.
A cada pessoa Tu ofereces um pedaço de tempo
e um caminho novo;
e todos nós que andamos como perdidos,
somos, afinal, únicos no teu coração.
No dia do amor
acolhemos a tua promessa de vida
e a certeza de que a tua palavra
acende a esperança em nossos corações.

4. MULHER, EIS O TEU FILHO... EIS AÍ A TUA MÃE
(João 19:26-27)

Uma palavra e um olhar... para a tua Mãe.
Outrora na gruta de Belém, agora na cruz,
sempre está presente a tua Mãe.
Olhamos a cena em silêncio:
Maria junto à cruz, disposta à dor e ao amor.
E próximo dela e o discípulo amado,
e no discípulo amado estamos todos nós,
amados e acompanhados pela ternura da Mãe.

5. MEU DEUS, MEU DEUS, PORQUE ME ABANDONASTE?e?
(Marcos 15:34)

Dói-me o teu ‘porquê?’ dito naquela hora difícil.
Porém, Senhor, também me consola.
Com frequência, da minha boca saem porquês:
são tantas as coisas que eu não entendo!
Apesar de tudo confiaste ao Pai,
e invoca-l’O com carinho,
porque o amor pode mais que o ódio,
a luz que as trevas.

6. PAI, NAS TUAS MÃOS ENTREGO O MEU ESPÍRITO
(Lucas 23:46)

Reparo agora como a cada recanto do caminho
Tu te sentias bem em dizer Pai.
Agora, no fim, repete-lo com emoção: Pai!
E num abandono confiado
pões a tua vida nas suas mãos
E o perfume do teu corpo partido espalha-se
pelo mundo inteiro para sempre.
Estás sem alento nos pulmões, e és a Vida!
Tens os pés destroçados, e és o Caminho!
As palavras presas na garganta, e és a Verdade!

7. TUDO ESTÁ CUMPRIDO
(João 19:30)
Esta foi, Senhor, a Tua última palavra na terra.
É o teu ámen ao Pai.
A tua morte não é o fim. É o começo.
Em breve chegará o milagre do Espírito Santo,
a festa dos dons.
As chuvas estão quase a terminar
e já se vêem os rebentos das videiras.
Oh!, já se ouve pelos montes a voz do Amado!
A loucura do teu amor por nós
tem ainda lugar na nossa história.
Ó que belo final!
Obrigado, Senhor!
Ámen!

(Chama 662 -­ 02 Março ’08)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Procissão dos Passos

No domingo Terceiro da Quaresma cumpriu-se o ritual da Procissão do Senhor dos Passos. O acontecimento deu-se uma semana depois do agendado. A razão do adiamento foi a chuva na tarde do dia 17 de Fevereiro.
Todos compreendemos que uma Procissão dos Passos se faça compaçadamente e não a correr. Essa é a razão para não sair se o tempo estiver incerto. Assim foi, assim se fez. E bem. Como manda a cartilha do bem fazer. Aqui fica o registo fotográfico.
O fotógrafo Florival Franco é amador, mas ainda assim com mérito.
Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus Cristo. Que pela vossa Santa Cruz remistes o mundo.


















domingo, 24 de fevereiro de 2008

— Dá-me, Senhor, dessa água!

Era um encontro de jovens em Agosto. Em Agosto os jovens costumam encontrar-se na praia, ou em passeios de inter-rail. Poucos vão até um convento... O lugar do encontro era em Segóvia, no convento que São João da Cruz construiu e agora guarda os seus ossos pequeninos.
Foi no dia 13 ou 14 de há alguns anos atrás.
Ali os dias são quentíssimos, a paisagem é de restolho ressequido; ouvem-se corvos ou gralhas todo o dia voando e grasnando por cima da Igreja de Nossa Senhora da Fuencisla. Estes são tantos e tão insistentes que quando chega a noite e se calam, nós serenamos e sentimo-nos melhor. Em chegada a noite também ficamos melhor porque a temperatura desce e o ambiente fica mais fresco. Durante o dia conseguimos sentir-nos bem, mas é preciso evitar aquele sol agreste e ficar dentro das grossas paredes do Convento de São João da Cruz. Elas transmitem‑nos paz, devolvem-nos os ecos longínquos dos passos do nosso Santo Padre e defendem-nos do calor intempestivo que se faz sentir no coração da alta meseta ibérica.
Foi, pois, ali, à sombra da memória de São João da Cruz e na frescura daquele convento que alguns jovens portugueses e outros tantos espanhóis fizemos um encontro. Nesse dia de que quero falar abandonámos o convento pela manhã enquanto o sol era meigo e não ameaçava esturricar ninguém. Calcorreamos caminhos de pó durante uma caminhada ligeira e silenciosa por entre restos de searas, de campos enormes, amarelecidos e barrentos que se estendiam por horizontes vastíssimos. Parámos bem antes do meio-dia, bem antes do sol queimar. Parámos sem termos visto vivalma e sob as únicas árvores que se viam em muitos quilómetros em volta.
Antes de merecermos almoçar um papo seco com um chouriço de peles duras, ficamos reunidos à volta dos textos de São João da Cruz.
Passámos ali a tarde, e nem havia como sair, pois quem abandonasse a protecção das árvores logo sentia a ameaça dos raios do sol atingindo‑nos como setas. Chegamos a casa cansados e suados, com os corpos a suspirar por um banho.
Antes da ceia que é lá pelas nove da noite (!) estava prevista uma hora de oração. E lá fomos. No meio da frescura da capela estava uma vela no chão e ao lado, ligeiramente mais alta, uma tina de água límpida e fresca.
Quero lembrar que entre nós havia um basco ou catalão, não me lembro, de 17 anos, que ninguém sabia ao que viera. Estava ali tão deslocado como um peixe a apanhar banhos de sol. Não sabia nada daquilo. Não sabia nem rezar nem o que era um convento nem porque tínhamos de nos juntar a horas certas e fazer tudo junto. Como já não recordo o seu nome chamemos-lhe Rufo. Apesar de destoar Rufo era simpático, embora quase só falasse de bebedeiras de vinho!
Naquela tarde foi também à oração. Como todos nós. A oração começou e foi decorrendo junto ao Poço de Jacob, onde Jesus se encontrou com a Samaritana e lhe pediu de beber; onde Jesus foi remoçando o coração ressequido daquela mulher que Santa Teresa de Jesus diz ser S. Maria Madalena, acabando ela a pedir ao Senhor sem verdadeiramente saber o que pedia:
— Dá-me, Senhor, dessa água!
Era assim entre cânticos, a leitura do Evangelho e dos apelos da nossa Santa Madre a nos abeirarmos da Água Viva, que ia decorrendo a oração. Ali, naquela tarde, se traçava em oração, o itinerário de fé que cada um de nós é chamado a percorrer: Jesus aproxima-se a desejar a fé e o amor de cada um de nós. Depois, no encontro pessoal, é reconhecido e acolhido como a única água que pode matar a nossa sede.
A certa altura, depois duma breve meditação, foi cada um de nós até junto da água e não tinha mais que fazer que aquilo que quisesse fazer: olhar, tocar, santiguar-se... Creio que havia um cântico que cantávamos em castelhano, pedindo como a Samaritana: Dá-me, Senhor, dessa água. O cântico ia decorrendo e a fila aproximava-se lentamente da tina de água e cada um cumpria o ritual pouco mais que sugerido e conforme era capaz. Dali regressávamos aos nossos lugares e calmamente acompanhávamos o cântico em portunhol (língua usada pelos portugueses nestes encontros bilaterais).
Ninguém reparou que Rufo era o último. Mas todos vimos que ficou muito tempo diante da água. E nós cantando. Ficou ali, imóvel, impressionado. Depois, ajoelhado, deu um grande sorvo antes de lavar a cara. O cântico parou mas ali deve ter nascido um santo, pois no restante do encontro o rapaz já não foi mais igual!
(Ignoro o que posteriormente se passou com a vida de Rufo; se ficou a gostar mais de vinho ou de água. Mas o que é certo é que se naquela tarde não foi tocado pela sede de Deus, fomo-lo nós perante o seu gesto tão inesperado.)

(Chama n.º 661 -­ 24 Fevereiro ‘08)