TERÇA-FEIRA, 28
» Festa dos apóstolo S. Simão e S. Judas.
» 395º Aniversário da fundação do Carmo de Aveiro
SEXTA-FEIRA, 31
Sexta-feira do Menino Jesus
18H.00: Coroinha do Menino Jesus
TODOS OS SANTOS, 1 DE NOVEMBRO
No dia 1 de Novembro, Sábado, Solenidade de todos os Santos, o horário das missas será o mesmo dos domingos. Haverá a missa vespertina no dia 30 às 18H.30, e no sábado missa às 10H.00, 11H.30 e 18H.30 e Vésperas às 18H.00.
FIÉIS DEFUNTOS, 2 DE NOVEMBRO
No dia 2 de Novembro, Domingo, o horário das celebrações será o seguinte:
10H.00: Missa de Defuntos
11H.30: Missa de Defuntos.
17H.30: Ofício de Defuntos (Vésperas)
18H.00: Terno de Missas (serão celebradas três missas
seguidas).
OFERTÓRIO PARA AS MISSÕES
O ofertório para as missões realizado nas missas do passado fim de semana rendeu €798,48.
INDULGÊNCIA PLENÁRIA
A quem devotamente visitar o cemitério e nele orar pelos defuntos, concede-se indulgêcia aplicável somente às almas do Purgatório; esta indulgênica é plenária nos oito primeiros dias de Novembro e parcial nos restantes dias do ano.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
A LEI DO AMOR
Para o cristão a LEI DO AMOR não é só um mandamento, mas deve ser a razão de todo o seu ser, de toda a sua vida.


O trecho do Evangelho que hoje a Liturgia nos oferece é demasiado conhecido e parece simples, no entanto, e à luz que nos oferece a leitura do Êxodo, podemos descobrir a força sempre actual e difícil que conleva em si a Lei do Amor.
Talvez deveríamos agradecer àqueles fariseus, por terem dado a Jesus a oportunidade de condensar de uma maneira tão simples todo o seu projecto de vida.
Um doutor da Lei aproximou-se de Jesus e perguntou-lhe: "Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?", ou seja qual o caminho que deveria percorrer para alcançar a vida eterna.
Também nós hoje, entre tantas direcções em que se movem os nossos interesses, nos deveríamos perguntar o que é verdadeiramente importante, e Jesus dar-nos-á a mesma resposta: amar a Deus é o primeiro mandamento e o segundo, igual ao primeiro, é o amor ao próximo.
O amor a Deus é o primeiro mandamento de todos, que se formula biblicamente como "não terás outro deus além de Mim": um mandamento que segue sendo o mais radical de todos, contra os ídolos de antes y os de agora. Amar a Deus não é só o não blasfemar,
ou o santificar as "festas", é pôr o projecto de vida como uma prioridade absoluta nos nossos programas e na nossa mentalidade, é escutar a sua Palavra, encontrarmo-nos com Ele na oração, amar o que Ele amou!
Talvez deveríamos agradecer àqueles fariseus, por terem dado a Jesus a oportunidade de condensar de uma maneira tão simples todo o seu projecto de vida.
Um doutor da Lei aproximou-se de Jesus e perguntou-lhe: "Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?", ou seja qual o caminho que deveria percorrer para alcançar a vida eterna.
Também nós hoje, entre tantas direcções em que se movem os nossos interesses, nos deveríamos perguntar o que é verdadeiramente importante, e Jesus dar-nos-á a mesma resposta: amar a Deus é o primeiro mandamento e o segundo, igual ao primeiro, é o amor ao próximo.
O amor a Deus é o primeiro mandamento de todos, que se formula biblicamente como "não terás outro deus além de Mim": um mandamento que segue sendo o mais radical de todos, contra os ídolos de antes y os de agora. Amar a Deus não é só o não blasfemar,
ou o santificar as "festas", é pôr o projecto de vida como uma prioridade absoluta nos nossos programas e na nossa mentalidade, é escutar a sua Palavra, encontrarmo-nos com Ele na oração, amar o que Ele amou!
Amar a Deus é colocá-lo por cima de qualquer outro valor (também como razão de ser do mesmo amor ao próximo, que para muitos parece ser mais prioritário, mas que Cristo põe como consequência do primeiro, o amor a Deus).
Contudo,Jesus, comparando o segundo mandamento ao primeiro, situa-os ao mesmo nível: amar a Deus, "obriga-nos" a amar o próximo como a nós mesmos, como consequência e semelhança do amor a Dios.
As questões sociais, hoje tão badaladas, são já muito antigas, como nos recorda o livro do Êxodo, de tal forma que os exemplos elencados na primeira leitura continuam a ser actuais: o desamparo das viúvas e dos orfãos, o aproveitar-se dos forasteiros (imigrantes, turistas, etc.) ou dos pobres. A ameça de Deus é dura: "se os explorais e eles gritam por Mim, Eu os escutarei", "porque sou compassivo".
Jesus une as duas direcções do amor, nada serve amar a Deus (ou dizer que se ama a Deus), e descurar o amor horizontal, sobretudo o amor dos mais pobres. Hoje, mais do que nunca, podemos enumerar os mais necessitados da sociedade, aqueles que todos marginalizam para se aproveitarem
deles e das suas debilidades, umas vezes no campo económico, outras no âmbito cultural, mas alguns pagam sempre a factura da ambição e usura de outros.
Também não podemos esquecer a dignidade da pessoa humana, que tantas vezes é humilhada, quer por motivos sociais, raciais, ideológicos ou religiosos, pois Deus assume como próprias essas humilhações.
Nos tempos que correm, muitos são os movimentos e instituições, ou mesmo partidos políticos, especialmente em períodos eleitorais, que se propõem estar ao lado dos mais carenciados e dos mais pobres, mas o discípulo de Cristo não o pode fazer por puro altruismo, e muito menos por interesses pessoais, mas sim como consequência do amor de Deus e do amor a Deus.
Muitos são os momentos em que podemos observar a LEI DO AMOR: na família, na comunidade eclesial, na sociedade, na escola, no trabalho.
Mil vezes ao dia temos ocsião de nos interrogar e de nos examinarmos: amamos verdadeiramente a Deus e ao nosso próximo? Quem nos pode dar a melhor resposta é Cristo: basta recordar como obedeceu, amando, a Deus, seu Pai, e como lidou com os demais, especialmente com os deserdados do Reino!
Para o cristão a LEI DO AMOR não é só um mandamento, mas deve ser a razão de todo o seu ser, de toda a sua vida. À tarde seremos examinados no amor, como dizia São João da Cruz.
Contudo,Jesus, comparando o segundo mandamento ao primeiro, situa-os ao mesmo nível: amar a Deus, "obriga-nos" a amar o próximo como a nós mesmos, como consequência e semelhança do amor a Dios.
As questões sociais, hoje tão badaladas, são já muito antigas, como nos recorda o livro do Êxodo, de tal forma que os exemplos elencados na primeira leitura continuam a ser actuais: o desamparo das viúvas e dos orfãos, o aproveitar-se dos forasteiros (imigrantes, turistas, etc.) ou dos pobres. A ameça de Deus é dura: "se os explorais e eles gritam por Mim, Eu os escutarei", "porque sou compassivo".
Jesus une as duas direcções do amor, nada serve amar a Deus (ou dizer que se ama a Deus), e descurar o amor horizontal, sobretudo o amor dos mais pobres. Hoje, mais do que nunca, podemos enumerar os mais necessitados da sociedade, aqueles que todos marginalizam para se aproveitarem
deles e das suas debilidades, umas vezes no campo económico, outras no âmbito cultural, mas alguns pagam sempre a factura da ambição e usura de outros.
Também não podemos esquecer a dignidade da pessoa humana, que tantas vezes é humilhada, quer por motivos sociais, raciais, ideológicos ou religiosos, pois Deus assume como próprias essas humilhações.
Nos tempos que correm, muitos são os movimentos e instituições, ou mesmo partidos políticos, especialmente em períodos eleitorais, que se propõem estar ao lado dos mais carenciados e dos mais pobres, mas o discípulo de Cristo não o pode fazer por puro altruismo, e muito menos por interesses pessoais, mas sim como consequência do amor de Deus e do amor a Deus.
Muitos são os momentos em que podemos observar a LEI DO AMOR: na família, na comunidade eclesial, na sociedade, na escola, no trabalho.
Mil vezes ao dia temos ocsião de nos interrogar e de nos examinarmos: amamos verdadeiramente a Deus e ao nosso próximo? Quem nos pode dar a melhor resposta é Cristo: basta recordar como obedeceu, amando, a Deus, seu Pai, e como lidou com os demais, especialmente com os deserdados do Reino!
Para o cristão a LEI DO AMOR não é só um mandamento, mas deve ser a razão de todo o seu ser, de toda a sua vida. À tarde seremos examinados no amor, como dizia São João da Cruz.
sábado, 18 de outubro de 2008
AVISOS
DOMINGO, 19
» É o Domingo ds Missões. O ofertório das missas deste fim de semana destina-se às missões.
» Hoje em Lisieux serão beatificados os veneráveis Luís Martin e Célia Guerin, pais de Santa Teresinha.
» Realiza-se a XI ASSEMBLEIA DIOCESANA do Renovamento Carismático, no Salão D. Evangelista Lima Vidal, a partir das 14H.00.
MUDANÇA DE HORA
No próximo fim de semana, na noite de Sábado para Domingo há a alteração da hora legal. Assim à 01H.00 do dia 26, os relógios devem ser atrasados uma hora.
TODOS OS SANTOS, 1 DE NOVEMBRO
No dia 1 de Novembro, Solenidade de todos os Santos, o horário das missas será o mesmo dos domingos.
FIÉIS DEFUNTOS, 2 DE NOVEMBRO
No dia 2 de Novembro, Domingo, o horário das celebrações será o seguinte:
10H.OO: Missa de Defuntos
11H.30: Missa de Defuntos.
18H.00: Ofício de Defuntos (Vésperas)
18H.30: Terno de Missas (serão celebradas três missas
seguidas).
» É o Domingo ds Missões. O ofertório das missas deste fim de semana destina-se às missões.
» Hoje em Lisieux serão beatificados os veneráveis Luís Martin e Célia Guerin, pais de Santa Teresinha.
» Realiza-se a XI ASSEMBLEIA DIOCESANA do Renovamento Carismático, no Salão D. Evangelista Lima Vidal, a partir das 14H.00.
MUDANÇA DE HORA
No próximo fim de semana, na noite de Sábado para Domingo há a alteração da hora legal. Assim à 01H.00 do dia 26, os relógios devem ser atrasados uma hora.
TODOS OS SANTOS, 1 DE NOVEMBRO
No dia 1 de Novembro, Solenidade de todos os Santos, o horário das missas será o mesmo dos domingos.
FIÉIS DEFUNTOS, 2 DE NOVEMBRO
No dia 2 de Novembro, Domingo, o horário das celebrações será o seguinte:
10H.OO: Missa de Defuntos
11H.30: Missa de Defuntos.
18H.00: Ofício de Defuntos (Vésperas)
18H.30: Terno de Missas (serão celebradas três missas
seguidas).
Dia Mundial das Missões
Neste dia, juntamente com o Papa, transcrevendo algumas passagens da sua Mensagem deste 82º Dia Mundial das Missões, meditemos na causa missionária.
O tema da mensagem é "Servos e apóstolos de Cristo".
O Santo Padre diz: "Por ocasião do Dia Mundial das Missões, gostaria de vos convidar a reflectir sobre a urgência actual de anunciar o Evangelho também nestes nossos tempos. O mandato missionário continua a ser uma prioridade para todos os baptizados, chamados a ser ‘servos e apóstolos de Jesus’ neste início de Milénio".
Depois Bento XVI apresenta-nos São Paulo como modelo deste comprromisso apostólico: "É o Ano Paulino, que oferece a oportunidade de nos familiarizar com este Apóstolo insigne, que teve a vocação de proclamar o Evangelho aos gentios, segundo o Senhor lhe havia preanunciado".
E o Papa recorda que é "um dever para todos anunciar a Cristo e a sua mensagem salvífica" pois a "redenção e a missão são obra de Deus e do seu amor".
Sua Santidade reteira que "continuam necessária e urgente a primeira evangelização em muitas regiões do mundo" e recorda: "Hoje, inúmeras pessoas aguardam o anúncio do Evangelho, aqueles que têm sede de esperança e de amor".
E termina, recordando: "A colecta que é feita em todas as paróquias no Dia Mundial das Missões, deve ser sinal de comunhão e solicitude mútua entre as Igrejas. Que se intensifique, sempre mais no povo cristão, a oração, meio espiritual indispensável para difundir entre os povos a luz de Cristo".
O tema da mensagem é "Servos e apóstolos de Cristo".
O Santo Padre diz: "Por ocasião do Dia Mundial das Missões, gostaria de vos convidar a reflectir sobre a urgência actual de anunciar o Evangelho também nestes nossos tempos. O mandato missionário continua a ser uma prioridade para todos os baptizados, chamados a ser ‘servos e apóstolos de Jesus’ neste início de Milénio".
Depois Bento XVI apresenta-nos São Paulo como modelo deste comprromisso apostólico: "É o Ano Paulino, que oferece a oportunidade de nos familiarizar com este Apóstolo insigne, que teve a vocação de proclamar o Evangelho aos gentios, segundo o Senhor lhe havia preanunciado".
E o Papa recorda que é "um dever para todos anunciar a Cristo e a sua mensagem salvífica" pois a "redenção e a missão são obra de Deus e do seu amor".
Sua Santidade reteira que "continuam necessária e urgente a primeira evangelização em muitas regiões do mundo" e recorda: "Hoje, inúmeras pessoas aguardam o anúncio do Evangelho, aqueles que têm sede de esperança e de amor".
E termina, recordando: "A colecta que é feita em todas as paróquias no Dia Mundial das Missões, deve ser sinal de comunhão e solicitude mútua entre as Igrejas. Que se intensifique, sempre mais no povo cristão, a oração, meio espiritual indispensável para difundir entre os povos a luz de Cristo".
Os beatos Luís e Célia
Neste Dia Mundial das Missões, certamente, Santa Teresa do Menino Jesus Co-Padroeira das missões, estará feliz no Céu, porque na terra os homens podem contar com a intercessão de seus pais, os Beatos Luís e Célia, para proteger por todos os missionários.
As virtudes heróicas destes novos
Beatos foram reconhecidas em 26 de Março de 1994 por João Paulo II.
O milagre atribuído a Luís Martin e Célia Guérin foi a cura de uma criança italiana, Pietro Schiliro.
O menino curado havia nascido com uma má-formação dos pulmões, perante a qual os médicos concluiram que seria impossível a sobreviência. Um carmelita, o Pe. Antonio Sangalli, sugeriu então aos pais que fizessem uma novena aos pais de Santa Teresinha, que perderam 4 filhos em tenra idade, para obter a força de enfrentar o sofrimento. Mas a mãe foi mais longe e decidiu-se a pedir a cura de seu filho. E na verdade, ele é hoje uma criança em plena forma, tendo já peregrinado a Lisieux, com seus pais, para agradecer a Luis e Célia Martin.
Esta será a segunda vez nos últimos séculos em que a Igreja beatifica um casal. O primeiro casal foram os italianos Luigi Beltrame Quattrocchi e Maria Corsini, beatificados por João Paulo II, a 21 de Outubro de 2001.
Neste Dia Mundial das Missões, certamente, Santa Teresa do Menino Jesus, Co-Padroeira das missões, estará feliz no Céu, porque na terra os homens podem contar com a intercessão de seus pais, os Beatos Luís e Célia, para amparar todos os missionários.
Como anunciara o então prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, cardeal José Saraiva Martins, por ocasião do 150º aniversario do casamento de Luís Martin e Célia Guérin, pais de Santa Teresinha, no dia 12 de Julho, em Alençon (França), local onde os se consorciaram, em 13 de Julho de 1853 , hoje, dia 19 de Outubro, Dia Mundial das Missões, são beatificados na cidade de Lisieux.
Luís Martin de caracter contemplativo, nasceu em Bordéus, no dia 22 de Âgosto de 1823 e sempre sonhou ser monje cartuxo. No entanto não foi aceite porque não sabia latim! Então regressou a Alençon, onde vivia com os pais, e montou uma relojoaria.
Célia também quis ser religiosa, tentando entrar no mosteiro das visitandinas, mas a Superiora logo intuiu que aquela jovem não era chamada à vida religiosa.
Após o casamento permaneceram
convivendo como se fossem monjes, mas um confesssor convenceu Célia a ter filhos, e assim preparar almas para o céu. E o Senhor abençoou-a com numerosa prole, mas também com a dor da morte de alguns filhos ainda crianças. tendo sobrevivido cinco filhas que se fizeram religiosas entre as quais Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face.
Luís e Célia viveram profundamente a espiritualidade do seu tempo, ou seja com os aspectos da vida quotidiana de uma família do século XIX. Ambos, no entanto, tinham uma particular preocupação em exercer a justiça e o respeito com os seus empregados, procurando igualmente auxiliar os pobres.
Unidos no amor, também estiveram unidos no sofrimento. Célia sofreu de câncer, que a vitimou, e Luís teve uma enfermedade cerebral que o obrigou a ser internado em psiquiatria.
Luís Martin de caracter contemplativo, nasceu em Bordéus, no dia 22 de Âgosto de 1823 e sempre sonhou ser monje cartuxo. No entanto não foi aceite porque não sabia latim! Então regressou a Alençon, onde vivia com os pais, e montou uma relojoaria.
Célia também quis ser religiosa, tentando entrar no mosteiro das visitandinas, mas a Superiora logo intuiu que aquela jovem não era chamada à vida religiosa.
Após o casamento permaneceram
convivendo como se fossem monjes, mas um confesssor convenceu Célia a ter filhos, e assim preparar almas para o céu. E o Senhor abençoou-a com numerosa prole, mas também com a dor da morte de alguns filhos ainda crianças. tendo sobrevivido cinco filhas que se fizeram religiosas entre as quais Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face.
Luís e Célia viveram profundamente a espiritualidade do seu tempo, ou seja com os aspectos da vida quotidiana de uma família do século XIX. Ambos, no entanto, tinham uma particular preocupação em exercer a justiça e o respeito com os seus empregados, procurando igualmente auxiliar os pobres.
Unidos no amor, também estiveram unidos no sofrimento. Célia sofreu de câncer, que a vitimou, e Luís teve uma enfermedade cerebral que o obrigou a ser internado em psiquiatria.
As virtudes heróicas destes novos
Beatos foram reconhecidas em 26 de Março de 1994 por João Paulo II.
O milagre atribuído a Luís Martin e Célia Guérin foi a cura de uma criança italiana, Pietro Schiliro.
O menino curado havia nascido com uma má-formação dos pulmões, perante a qual os médicos concluiram que seria impossível a sobreviência. Um carmelita, o Pe. Antonio Sangalli, sugeriu então aos pais que fizessem uma novena aos pais de Santa Teresinha, que perderam 4 filhos em tenra idade, para obter a força de enfrentar o sofrimento. Mas a mãe foi mais longe e decidiu-se a pedir a cura de seu filho. E na verdade, ele é hoje uma criança em plena forma, tendo já peregrinado a Lisieux, com seus pais, para agradecer a Luis e Célia Martin.
Esta será a segunda vez nos últimos séculos em que a Igreja beatifica um casal. O primeiro casal foram os italianos Luigi Beltrame Quattrocchi e Maria Corsini, beatificados por João Paulo II, a 21 de Outubro de 2001.
Neste Dia Mundial das Missões, certamente, Santa Teresa do Menino Jesus, Co-Padroeira das missões, estará feliz no Céu, porque na terra os homens podem contar com a intercessão de seus pais, os Beatos Luís e Célia, para amparar todos os missionários.
domingo, 12 de outubro de 2008
CAMINHAR COM TERESA!
TERESA FOI SEMPRE UMA MULHER EM CAMINHO. PRIMEIRO PERCORREU OS CAMINHOS DA FÉ PROCURANDO A DEUS. QUANDO O ENCONTROU PERCORREU OS CAMINHOS DE CASTELA E ANDALUZIA FUNDANDO OS SEUS CONVENTOS.
COM ELA APRENDAMOS A CAMINHAR PARA DEUS!
COM ELA APRENDAMOS A CAMINHAR PARA DEUS!
Nas abas da serrra de Gredos, em plena Castela, no dia 28 de Março de 1515 nasceu na cidade de Ávila (dos Cavalheiros) uma menina, a penúltima de onze irmãos. No baptismo puseram-lhe o nome de Teresa, contra a vontade de sua avó, pois então, como ainda hoje persite, nessa zona de Espanha, costumava-se dar aos recém-nascido o nome do santo do dia do nascimento, de forma que muitos são aqueles que celebravam o dia do seu "Santo" e não o dia do aniversário. A avozinha não concordava com tal escolha, pois então não havia nenhuma santa com esse nome. No entanto gracejou... "talvez esta seja a primeira santa com este nome"!
Aquela menina, no entanto, evidenciou ser a mais inteligente e agradável no realcionamento com os demais, tornando-se por isso a mais querida dos pais e a mais amada dos irmãos. No entanto, na precoce adolescência ficou tremendamente abalada com o falecimento de sua mãe. Seu pai, que no meio de tanto sofrimento, aumentado pela partida de todos os seus filhos varões, para o novo mundo, para a América, após o casamento de sua filha Maria, a mais velha das irmãs, não com pouco sofrimento, enviou a sua Teresinha para o convento de Nossa Senhora das Graças, das Agostinhas. Aquela jovem rapariga, talvez, não tenha gostado muito da opção de seu pai, mas, como os desígnios de Deus são insondáveis, asim se abriram os caminhos para a afirmação, e obra, de Teresa de Ahumada, a nossa Santa Teresa e Jesus.
De facto, embora tenha confessada não desejar ser religiosa (ela diz mesmo "ser inimiga de ser monja"), um belo dia bateu à portaria do Convento das Carmelitas do Convento da Encarnação, onde já se encontrava uma das suas amigas. A Encarnação é uma majestoso e imponente Convento, que albergava mais de cento e cinquenta religiosas, algumas, as mais ricas, com as suas aias, chegando ao ponto de algumas passarem fome; enquanto umas viviam na abundância outras passavam privações. No entanto, nem tudo era mau, pois havia um horário em que muito tempo era dedicado à oração. Quem quisesse ser santo podia sê-lo...
Mas este ambiente não entusiasmou Teresa de Ahumada, e ela mesmo, deixando-se conduzir pelo Espírito, decide criar um novo estilo de vida, aproveitando, certamente o que de bom encontrara na Encarnação, e substituindo por algo de novo o que a não a
convencia naquela forma de vida religiosa.
Levando consigo algumas das suas companheiras aventura-se na fundação do convento de São José de Ávila. Seriam poucas religiosas, inicialemnte 12, no máximo, para imitar o colégio apostólico, vivendo em estricta pobreza e em constante oração, e vivendo do fruto do seu trabalho, ainda que com muita alegria também aceitavam as esmolas que lhes iam chegando.
Para erguer o seu primeiro convento, muito ajudaram os amigos e familiares, com as ofertas que lhe enviavam das Américas.Foi inaugurado mo dia 24 de Agosto, dia de São Bartolomeu, do ano 1562. Mas a cidade de Ávila, por não concordar com a reforma por ela iniciada e por já exixtirem muito conventos na cidade quis destruí-lo! Mas como era obra de Deus, e com a ajuda dos amigos, a sua obra foi por diante.
Depois seguiu-se a fundação de Medina del Campo, e aí conhece aquele que viria a ser o seu braço direito na reforma dos Carmelitas Decalços, S. João da Cruz.
Embora, contrariando as determinações do Concílio de Trento, mas com o apoio de Bispos, dos Superiores da Ordem, mesmo do Núncio Apostólico, ela prossegue a sua obra fundacinal, praticamente nunca parando, com a excepção dos três anos em que foi colocada como Prioresa no Convento da Encarnação, precisamente aquele onde ela se fez religiosa. Fundou ao todo 17 conventos sendo o último o de Burgos, pouco tempo antes de falecer, em 1582.
Com Teresa de Jesus aprendamos a percorrer também os caminhos de Deus.
Aquela menina, no entanto, evidenciou ser a mais inteligente e agradável no realcionamento com os demais, tornando-se por isso a mais querida dos pais e a mais amada dos irmãos. No entanto, na precoce adolescência ficou tremendamente abalada com o falecimento de sua mãe. Seu pai, que no meio de tanto sofrimento, aumentado pela partida de todos os seus filhos varões, para o novo mundo, para a América, após o casamento de sua filha Maria, a mais velha das irmãs, não com pouco sofrimento, enviou a sua Teresinha para o convento de Nossa Senhora das Graças, das Agostinhas. Aquela jovem rapariga, talvez, não tenha gostado muito da opção de seu pai, mas, como os desígnios de Deus são insondáveis, asim se abriram os caminhos para a afirmação, e obra, de Teresa de Ahumada, a nossa Santa Teresa e Jesus.
De facto, embora tenha confessada não desejar ser religiosa (ela diz mesmo "ser inimiga de ser monja"), um belo dia bateu à portaria do Convento das Carmelitas do Convento da Encarnação, onde já se encontrava uma das suas amigas. A Encarnação é uma majestoso e imponente Convento, que albergava mais de cento e cinquenta religiosas, algumas, as mais ricas, com as suas aias, chegando ao ponto de algumas passarem fome; enquanto umas viviam na abundância outras passavam privações. No entanto, nem tudo era mau, pois havia um horário em que muito tempo era dedicado à oração. Quem quisesse ser santo podia sê-lo...
Mas este ambiente não entusiasmou Teresa de Ahumada, e ela mesmo, deixando-se conduzir pelo Espírito, decide criar um novo estilo de vida, aproveitando, certamente o que de bom encontrara na Encarnação, e substituindo por algo de novo o que a não a
convencia naquela forma de vida religiosa.
Levando consigo algumas das suas companheiras aventura-se na fundação do convento de São José de Ávila. Seriam poucas religiosas, inicialemnte 12, no máximo, para imitar o colégio apostólico, vivendo em estricta pobreza e em constante oração, e vivendo do fruto do seu trabalho, ainda que com muita alegria também aceitavam as esmolas que lhes iam chegando.
Para erguer o seu primeiro convento, muito ajudaram os amigos e familiares, com as ofertas que lhe enviavam das Américas.Foi inaugurado mo dia 24 de Agosto, dia de São Bartolomeu, do ano 1562. Mas a cidade de Ávila, por não concordar com a reforma por ela iniciada e por já exixtirem muito conventos na cidade quis destruí-lo! Mas como era obra de Deus, e com a ajuda dos amigos, a sua obra foi por diante.
Depois seguiu-se a fundação de Medina del Campo, e aí conhece aquele que viria a ser o seu braço direito na reforma dos Carmelitas Decalços, S. João da Cruz.
Embora, contrariando as determinações do Concílio de Trento, mas com o apoio de Bispos, dos Superiores da Ordem, mesmo do Núncio Apostólico, ela prossegue a sua obra fundacinal, praticamente nunca parando, com a excepção dos três anos em que foi colocada como Prioresa no Convento da Encarnação, precisamente aquele onde ela se fez religiosa. Fundou ao todo 17 conventos sendo o último o de Burgos, pouco tempo antes de falecer, em 1582.
Com Teresa de Jesus aprendamos a percorrer também os caminhos de Deus.
sábado, 11 de outubro de 2008
Recomeçando
É neste fim de semana que fazemos a Abertura de um Novo Ano Pastoral. Naturalmente que não haverá gandes alterações no modelo de comunidade que temos vivido ao longo destes últimos anos.
No entanto, e procurando responder a algumas inquietacções que se nos vão apresentando, e procurando solucionar outras situações, podemos desde já avançar algumas propostas de renovação.
Assim, regressamos ao antigo modelo, na primeira Quinta-feia de cada mês, às 17H45, haverá a Exposição e Adoração do Santíssimo, orando pelas vocações à Igreja e especialmente à nossa Ordem.
Uma vez por mês, em data que oportuamnete será comunicada, os "Amigos da Eucaristia" irão promover um tempo de Adoração mais longo, mas com a Benção do Santíssimo a ser feita num horário mais acessível, ou seja um pouco mais cedo do que era habitual no passado ano pastoral. Estes dias de Adoração serão escolhidos procurando fazê-los coincidir com algumas festas litúrgicas.
Continuaremos com a devoção ao Menino Jesus de Praga, procurando fazer crescer o "Clube do Menino". Assim na última Sexta-feira de cada mês rezaremos a Coroinha do Menino Jesus. No entanto, durante a Quaresma, e devido à devoção da Via Sacra, será em princípio adianta para a Quinta-feira anterior.
Estas são algumas pequenas alterações que são feitas neste Ano Pastoral, que com a colaboração de todos ajudar-nos-ão a viver melhor a nossa fé, como membros da Igreja.
No entanto, e procurando responder a algumas inquietacções que se nos vão apresentando, e procurando solucionar outras situações, podemos desde já avançar algumas propostas de renovação.
Assim, regressamos ao antigo modelo, na primeira Quinta-feia de cada mês, às 17H45, haverá a Exposição e Adoração do Santíssimo, orando pelas vocações à Igreja e especialmente à nossa Ordem.
Uma vez por mês, em data que oportuamnete será comunicada, os "Amigos da Eucaristia" irão promover um tempo de Adoração mais longo, mas com a Benção do Santíssimo a ser feita num horário mais acessível, ou seja um pouco mais cedo do que era habitual no passado ano pastoral. Estes dias de Adoração serão escolhidos procurando fazê-los coincidir com algumas festas litúrgicas.
Continuaremos com a devoção ao Menino Jesus de Praga, procurando fazer crescer o "Clube do Menino". Assim na última Sexta-feira de cada mês rezaremos a Coroinha do Menino Jesus. No entanto, durante a Quaresma, e devido à devoção da Via Sacra, será em princípio adianta para a Quinta-feira anterior.
Estas são algumas pequenas alterações que são feitas neste Ano Pastoral, que com a colaboração de todos ajudar-nos-ão a viver melhor a nossa fé, como membros da Igreja.
AVISOS
DOMINGO 12
Na Eucaristia das 11H.30 os elementos dos vários grupos da nossa comunidade farão o seu compromisso.
QUARTA-FEIRA 15
SOLENIDADE DE SANTA TERESA DE JESUS
08H.00 - Eucaristia
18H.00 - Oração teresina
18H.30 - Concelebração eucarística
Após a Eucaristia o Santíssimo ficará em Exposição, até às 21h.30.
QUINTA-FEIRA 16
Nas missas desse dia rezaremos pelos defuntos da Família Carmelita.
DOMINGO 19
»É o Domningo ds Missões. O ofertório das missas desse Domingo destinam-se às missões.
» Neste mesmo dia serão beatificados os veneráveis Luís Martin e Célia Guerin, pais de Santa Teresinha. »» Realiza-se a XI ASSEMBLEIA DIOCESANA do Renovamento Carismático Carismático, no Salão D. Evangelista Lima Vidal.
NOVENA DE SANTA TERESA DE JESUS
Continuamos a novena de preparação para a solenidade de Santa Teresa de Jesus.
Na Eucaristia das 11H.30 os elementos dos vários grupos da nossa comunidade farão o seu compromisso.
QUARTA-FEIRA 15
SOLENIDADE DE SANTA TERESA DE JESUS
08H.00 - Eucaristia
18H.00 - Oração teresina
18H.30 - Concelebração eucarística
Após a Eucaristia o Santíssimo ficará em Exposição, até às 21h.30.
QUINTA-FEIRA 16
Nas missas desse dia rezaremos pelos defuntos da Família Carmelita.
DOMINGO 19
»É o Domningo ds Missões. O ofertório das missas desse Domingo destinam-se às missões.
» Neste mesmo dia serão beatificados os veneráveis Luís Martin e Célia Guerin, pais de Santa Teresinha. »» Realiza-se a XI ASSEMBLEIA DIOCESANA do Renovamento Carismático Carismático, no Salão D. Evangelista Lima Vidal.
NOVENA DE SANTA TERESA DE JESUS
Continuamos a novena de preparação para a solenidade de Santa Teresa de Jesus.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
S. Teresinha do Menino Jesus (1873 - 1897)
Nasceu no dia 2 de Janeiro de 1873, em Alençon, França. Desde pequenina, rodeada de todo o carinho familiar, começou a ser chamada Rainha. Sua mãe morreu quando ela era ainda muito pequena.Na sua Autobiografia, Teresinha diz que bastava olhar para seu pai para saber como rezam os santos. A sua primeira escola de todas as virtudes foi a sua família. Nos passeios que dava com seu pai, gostava imenso de dar esmolas aos pobres.Quando a sua irmã mais velha entrou no Carmelo, Teresinha não resistiu. Caiu doente com uma enfermidade estranha que por pouco não a conduziu à morte. Eram insistentes as orações de todos. Por fim, Teresa melhorou, depois de ter visto sorrir uma imagem de Nossa Senhora que se encontrava no seu quarto.Tinha quase 15 anos, quando também ela decidiu entrar no Carmelo. Diante das dificuldades que encontrou, decidiu ir a Roma pedir ao Papa que a deixasse entrar antes da idade estabelecida na lei. Assim o conseguiu.Tinha sido a Rainha no seu lar, por isso, sentindo-se também a Rainha de Jesus, aproveitava para Lhe pedir favores para todos.Na Sexta-feira Santa de 1896 teve uma hemorragia pulmonar e alegrou-se por sentir que depressa estaria no Céu. No dia 30 de Setembro de 1897, quando os sinos tocavam as Ave Marias da tarde, Teresinha sentiu o mesmo sorriso de Maria da sua infância e exclamando: "Meu Deus, quanto Vos amo!", voou nos braços de Jesus ao Céu. Faltavam três meses para fazer 24 anos.A sua mensagem que repetiu antes de morrer, deixou-a nos seus escritos: "Não espero estar inactiva no Céu. Depois da minha morte farei cair sobre a terra uma chuva de rosas. Agora que eu morro é que a minha missão vai começar: a missão de fazer as almas amarem a Deus como eu O amo. Eu quero passar o meu Céu a fazer bem à terra".Foi proclamada, por todo o seu amor e zelo apostólico, Padroeira das Missões, juntamente com S. Francisco Xavier.Os seus pais, Luis e Célia, sobem com ela a glória dos altares no dia 19 de Outubro de 2008, Dia Mundial das Missões, ao serem beatificados.
sábado, 12 de julho de 2008
CARMELO: BELEZA DE MARIA!
NOSSA SENHORA É COMPARADA AO CARMELO PELA SUBLIMIDADE DA SUA CONTEMPLAÇÃO, PELA SUA DOÇURA, PELA SUA BELEZA...
Estamos a celebrar a festa da nossa Mãe, e Padroeira, Nossa Senhora do Carmo, e esta invocação convida-nos também a procurar o seu significado. Mas, por mais estranho que nos pareça esta invocação tão carmelitana é muito anterior à fundação da nossa Ordem.
De facto "Carmelo" quer dizer "vinha do Senhor", "jardim de Deus", mas também significa por antonomásia a Beleza de Maria, a "Esposa " de Deus.
A aproximação simbólica entre o Carmelo e Maria é muito anterior aos carmelitas; intui-se através da leitura do Cântico dos Cânticos e de outros livros vetero-testamentários, especialmente Isaías e o 1º Livro dos Reis, e também através da Liturgia. Algumas interpretações aplicam à Igreja tudo quanto o Esposo do Cântico dos Cânticos louva na Esposa. Mais tarde a Esposa do Cântico dos Cânticos é identificada com a Virgem Maria, e então "a cabeça da Virgem", isto é a sua intenção e o seu aspirar às coisas do alto faz com que Maria mereça o nome da sublime montanha do Carmelo, pois Carmelo também significa "ciência da circuncisão", e Maria é justamente chamada Carmelo porque não foi sujeita aos desejos carnais, e ao gerar o Filho
Estamos a celebrar a festa da nossa Mãe, e Padroeira, Nossa Senhora do Carmo, e esta invocação convida-nos também a procurar o seu significado. Mas, por mais estranho que nos pareça esta invocação tão carmelitana é muito anterior à fundação da nossa Ordem.
De facto "Carmelo" quer dizer "vinha do Senhor", "jardim de Deus", mas também significa por antonomásia a Beleza de Maria, a "Esposa " de Deus.
A aproximação simbólica entre o Carmelo e Maria é muito anterior aos carmelitas; intui-se através da leitura do Cântico dos Cânticos e de outros livros vetero-testamentários, especialmente Isaías e o 1º Livro dos Reis, e também através da Liturgia. Algumas interpretações aplicam à Igreja tudo quanto o Esposo do Cântico dos Cânticos louva na Esposa. Mais tarde a Esposa do Cântico dos Cânticos é identificada com a Virgem Maria, e então "a cabeça da Virgem", isto é a sua intenção e o seu aspirar às coisas do alto faz com que Maria mereça o nome da sublime montanha do Carmelo, pois Carmelo também significa "ciência da circuncisão", e Maria é justamente chamada Carmelo porque não foi sujeita aos desejos carnais, e ao gerar o Filho
Estamos a celebrar a festa da nossa Mãe, e Padroeira, Nossa Senhora do Carmo, e esta invocação convida-nos também a procurar o seu significado. Mas, por mais estranho que nos pareça esta invocação tão carmelitana é muito anterior à fundação da nossa Ordem.
De facto "Carmelo" quer dizer "vinha do Senhor", "jardim de Deus", mas também significa por antonomásia a Beleza de Maria, a "Esposa " de Deus.
A aproximação simbólica entre o Carmelo e Maria é muito anterior aos carmelitas; intui-se através da leitura do Cântico dos Cânticos e de outros livros vetero-testamentários, especialmente Isaías e o 1º Livro dos Reis, e também através da Liturgia. Algumas interpretações aplicam à Igreja tudo quanto o Esposo do Cântico dos Cânticos louva na Esposa. Mais tarde a Esposa do Cântico dos Cânticos é identificada com a Virgem Maria, e então "a cabeça da Virgem", isto é a sua intenção e o seu aspirar às coisas do alto faz com que Maria mereça o nome da sublime montanha do Carmelo, pois Carmelo também significa "ciência da circuncisão", e Maria é justamente chamada Carmelo porque não foi sujeita aos desejos carnais, e ao gerar o Filho
de Deus, não agradou a nenhum homem, mas agradou indivisa e somente ao Único Deus!
Maria entra na constelação simbólica da família do Carmo, através da "via da beleza". Na verdade o nome Carmelo é conhecido em todas as partes do mundo, é familiar como nenhum outro, e a sua beleza natural parece estar em harmonia perfeita com os seus graciosos atributos. O seu tranquilo perfil parece emergir das águas do Mediterrâneo; do seu alto os olhos podem deleitar-se sobre a vasta planície do Esdrelão que se estende ao longo, enquanto a alma contemplativa olha para baixo para o mistério de Nazaré. O Carmelo é lugar natural de retiro para os contemplativos. O Monte Carmelo "é a mais bela das montanhas" pela fertilidade das árvores e a beleza das flores, pela abundância das fontes e pelo murmúrio das suas águas!
A Maria se aplica o elogio à Esposa, no citado libro Cântico dos Cânticos "a mais bela entre as mulheres" cuja "cabeça é majestosa como o Carmelo". Desta analogia simbólica da cabeça de Maria com o Carmelo passa-se à aplicação de todos os atributos do Carmelo a Maria, e assim Ela mesma recebe e torna-se senhora e dona do Monte, tornando-se ela mesma
"formosura e esplendor" do Carmelo.
Assim Maria "sobe" ao Carmelo desde o "mar" da humanidade pecadora, simbolizada na "nuvenzinha", sob o olhar profético-contemplativo de Elias, consumando-se aí as núpcias místicas de Maria com o Filho de Deus, no momento da Encarnação, e deste modo Ela converte-se na Esposa de Deus, em Esposa de Cristo, o "monte" no qual agrada a Deus habitar, e este monte é o Carmelo-Maria. Por isso, o monte Carmelo é já nos primeiros séculos da vida da nossa Ordem o símbolo da união com Deus como nos lembra São João da Cruz.
Nossa Senhora é comparada ao Carmelo pela sublimidade da sua contemplação, pela sua doçura...
Hoje, continuamos a chamar-nos "Irmãos da Bem Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo", mas tal título não deve ser uma referência histórica ao local daquela montanha sagrada, ou uma simples devoção, mas um compromisso de nos unirmos ao Mistério da Virgem Mãe, ao Mistério da Encarnação, ou antes, como Maria sermos belos ao olhos de Deus e, como Maria tornarmo-nos "Esposas" do Altíssimo.
É isto que espera e nos pede Maria, a Senhora do Carmo! Ela quer que cada um dos seus devotos seja imitador daqueles que a amaram e seguiram: Teresa de Jesus, João da Cruz, Teresa do Menino Jesus, Teresa dos Andes, Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), Rafael Kalinowsky, Maravilhas de Jesus, Isabel da Trindade, Dionísio da Natividadee Redento da Cruz, Isidoro Bakanja e tantos outros Santos do Carmo, seus Filhos!
Estamos a celebrar a festa da nossa Mãe, e Padroeira, Nossa Senhora do Carmo, e esta invocação convida-nos também a procurar o seu significado. Mas, por mais estranho que nos pareça esta invocação tão carmelitana é muito anterior à fundação da nossa Ordem.
De facto "Carmelo" quer dizer "vinha do Senhor", "jardim de Deus", mas também significa por antonomásia a Beleza de Maria, a "Esposa " de Deus.
A aproximação simbólica entre o Carmelo e Maria é muito anterior aos carmelitas; intui-se através da leitura do Cântico dos Cânticos e de outros livros vetero-testamentários, especialmente Isaías e o 1º Livro dos Reis, e também através da Liturgia. Algumas interpretações aplicam à Igreja tudo quanto o Esposo do Cântico dos Cânticos louva na Esposa. Mais tarde a Esposa do Cântico dos Cânticos é identificada com a Virgem Maria, e então "a cabeça da Virgem", isto é a sua intenção e o seu aspirar às coisas do alto faz com que Maria mereça o nome da sublime montanha do Carmelo, pois Carmelo também significa "ciência da circuncisão", e Maria é justamente chamada Carmelo porque não foi sujeita aos desejos carnais, e ao gerar o Filho
Estamos a celebrar a festa da nossa Mãe, e Padroeira, Nossa Senhora do Carmo, e esta invocação convida-nos também a procurar o seu significado. Mas, por mais estranho que nos pareça esta invocação tão carmelitana é muito anterior à fundação da nossa Ordem.
De facto "Carmelo" quer dizer "vinha do Senhor", "jardim de Deus", mas também significa por antonomásia a Beleza de Maria, a "Esposa " de Deus.
A aproximação simbólica entre o Carmelo e Maria é muito anterior aos carmelitas; intui-se através da leitura do Cântico dos Cânticos e de outros livros vetero-testamentários, especialmente Isaías e o 1º Livro dos Reis, e também através da Liturgia. Algumas interpretações aplicam à Igreja tudo quanto o Esposo do Cântico dos Cânticos louva na Esposa. Mais tarde a Esposa do Cântico dos Cânticos é identificada com a Virgem Maria, e então "a cabeça da Virgem", isto é a sua intenção e o seu aspirar às coisas do alto faz com que Maria mereça o nome da sublime montanha do Carmelo, pois Carmelo também significa "ciência da circuncisão", e Maria é justamente chamada Carmelo porque não foi sujeita aos desejos carnais, e ao gerar o Filho
Estamos a celebrar a festa da nossa Mãe, e Padroeira, Nossa Senhora do Carmo, e esta invocação convida-nos também a procurar o seu significado. Mas, por mais estranho que nos pareça esta invocação tão carmelitana é muito anterior à fundação da nossa Ordem.
De facto "Carmelo" quer dizer "vinha do Senhor", "jardim de Deus", mas também significa por antonomásia a Beleza de Maria, a "Esposa " de Deus.
A aproximação simbólica entre o Carmelo e Maria é muito anterior aos carmelitas; intui-se através da leitura do Cântico dos Cânticos e de outros livros vetero-testamentários, especialmente Isaías e o 1º Livro dos Reis, e também através da Liturgia. Algumas interpretações aplicam à Igreja tudo quanto o Esposo do Cântico dos Cânticos louva na Esposa. Mais tarde a Esposa do Cântico dos Cânticos é identificada com a Virgem Maria, e então "a cabeça da Virgem", isto é a sua intenção e o seu aspirar às coisas do alto faz com que Maria mereça o nome da sublime montanha do Carmelo, pois Carmelo também significa "ciência da circuncisão", e Maria é justamente chamada Carmelo porque não foi sujeita aos desejos carnais, e ao gerar o Filho
de Deus, não agradou a nenhum homem, mas agradou indivisa e somente ao Único Deus!
Maria entra na constelação simbólica da família do Carmo, através da "via da beleza". Na verdade o nome Carmelo é conhecido em todas as partes do mundo, é familiar como nenhum outro, e a sua beleza natural parece estar em harmonia perfeita com os seus graciosos atributos. O seu tranquilo perfil parece emergir das águas do Mediterrâneo; do seu alto os olhos podem deleitar-se sobre a vasta planície do Esdrelão que se estende ao longo, enquanto a alma contemplativa olha para baixo para o mistério de Nazaré. O Carmelo é lugar natural de retiro para os contemplativos. O Monte Carmelo "é a mais bela das montanhas" pela fertilidade das árvores e a beleza das flores, pela abundância das fontes e pelo murmúrio das suas águas!
A Maria se aplica o elogio à Esposa, no citado libro Cântico dos Cânticos "a mais bela entre as mulheres" cuja "cabeça é majestosa como o Carmelo". Desta analogia simbólica da cabeça de Maria com o Carmelo passa-se à aplicação de todos os atributos do Carmelo a Maria, e assim Ela mesma recebe e torna-se senhora e dona do Monte, tornando-se ela mesma
"formosura e esplendor" do Carmelo.
Assim Maria "sobe" ao Carmelo desde o "mar" da humanidade pecadora, simbolizada na "nuvenzinha", sob o olhar profético-contemplativo de Elias, consumando-se aí as núpcias místicas de Maria com o Filho de Deus, no momento da Encarnação, e deste modo Ela converte-se na Esposa de Deus, em Esposa de Cristo, o "monte" no qual agrada a Deus habitar, e este monte é o Carmelo-Maria. Por isso, o monte Carmelo é já nos primeiros séculos da vida da nossa Ordem o símbolo da união com Deus como nos lembra São João da Cruz.
Nossa Senhora é comparada ao Carmelo pela sublimidade da sua contemplação, pela sua doçura...
Hoje, continuamos a chamar-nos "Irmãos da Bem Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo", mas tal título não deve ser uma referência histórica ao local daquela montanha sagrada, ou uma simples devoção, mas um compromisso de nos unirmos ao Mistério da Virgem Mãe, ao Mistério da Encarnação, ou antes, como Maria sermos belos ao olhos de Deus e, como Maria tornarmo-nos "Esposas" do Altíssimo.
É isto que espera e nos pede Maria, a Senhora do Carmo! Ela quer que cada um dos seus devotos seja imitador daqueles que a amaram e seguiram: Teresa de Jesus, João da Cruz, Teresa do Menino Jesus, Teresa dos Andes, Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), Rafael Kalinowsky, Maravilhas de Jesus, Isabel da Trindade, Dionísio da Natividadee Redento da Cruz, Isidoro Bakanja e tantos outros Santos do Carmo, seus Filhos!
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