sábado, 17 de janeiro de 2009

O Menino Jesus de Praga

Ao longo dos séculos muitos foram as pessoas que viram os seus pedidos atendidos pelo Menino Jesus de Praga. Também nos dias de hoje Ele continua a derramar as suas bençãos sobre os seus devotos.
Se não acreditais, experimentai!

Fernando II, imperador da Alemanha, para expressar a sua gratidão ao Senhor pela insigne vitória alcançada numa batalha contra os calvinistas, construiu em 1620, na cidade de Praga, um convento que ofereceu aos Padres Carmelitas Descalços. A Boêmia (actual República Checa) passava por momentos muito difíceis, assolada por guerras sangrentas. A cidade de Praga era vítima das mais indizíveis calamidades. Neste contexto, chegam estes santos religiosos, cujo mosteiro carecia até do indispensável para a sua sobrevivência. Vivia em Praga a piedosa princesa Polixene de Lobkowitz. Sofrendo na alma as prementes necessidades dos Carmelitas, presenteou-os com uma pequena estátua de cera, de 48 cm, que representava um formoso Menino Deus, de pé, com a mão direita erguida em atitude de bênção. A mão esquerda segurava um globo dourado. O seu rosto era muito amável e gracioso. A túnica e o manto tinham sido confeccionados pela própria princesa. Esta, ao dar a imágem ao Prior da comunidade, disse-lhe: "Meu padre, entrego-lhes o maior tesouro que possuo neste mundo. Prestem muitas honras a este Menino Jesus e nada lhes faltará."
Os Carmelitas, muito agradecidos, receberam a imágem. Colocaram-na no oratório interno do convento, passando a ser venerada por aqueles bons religiosos, especialmente pelo Fr. Cirilo, então noviço, a quem bem lhe assentaria o título de "Apóstolo do Divino Menino Jesus de Praga".
A profecia da piedosa princesa cumpriu-se literalmente. Não tardaram a manifestar-se os efeitos maravilhosos da protecção do Divino Menino. Muito rapidamente, e em várias ocasiões, verificaram-se inúmeros prodígios e as necessidades do mosteiro foram milagrosamente socorridas.
Uma vez mais explode a guerra na Boêmia. Em 1631, o exército da Saxônia apoderou-se da cidade de Praga. Os Padres Carmelitas, prudentemente, acharam por bem transferir-se para Munique. Durante essa época tão desastrosa, especialmente para Praga, a devoção ao Menino Jesus caiu no esquecimento. Os hereges destruíram a Igreja, saquearam o mosteiro, entraram no oratório interno, profanaram a imagem do Menino Jesus e partindo-lhe as mãos, atiram-na, com desprezo, para trás do altar.
No ano seguinte, com a retirada dos inimigos de Praga, os religiosos puderam regressar ao seu convento. Mas ninguém mais se lembrou da outrora tão querida imagem do Menino Jesus. A comunidade passou tempos difíceis, aliás, como a restante população da cidde de Praga.
Em 1637, após sete anos de desolação, o Padre Cirilo regressou a Praga. A Boêmia, cercada de inimigos por todas os lados, corria o risco de sucumbir e, quem sabe, até de perder o dom inestimável da fé. No meio tantas agruras, enquanto o Padre Prior exortava os religiosos para que insistissem junto a Deus para colocar fim a tantos males, o Padre Cirilo aproveita para falar-lhe da inesquecível imagem do Divino Menino. Obtém licença para a procurar e encontra-a, entre os escombros, de trás do altar. Limpou-a e cobriu-a de beijos enquanto as lágrimas lhe corriam pela face. O rosto da imagem, no entanto, estava intacto, e ele mesmo a expôs no coro para que os religiosos a venerassem. Estes, confiantes na sua protecção, ajoelharam-se diante do Divino Infante, implorando para que fosse o seu refúgio, fortaleza e amparo em todos os sentidos.
A partir do momento em que a imagem foi colocada no seu lugar de honra, os inimigos fogem em retirada e o convento foi reabastecido de tudo que os religiosos necessitavam.
Certo dia, o Pe. Cirilo orava diante da imagem, quando ouviu claramente estas palavras: "Tende piedade de mim e eu terei piedade de Vós. Devolvei-Me as minhas mãos e eu vos dar-vos-ei a paz. Quanto mais me honrardes, mais vos favorecerei". Surpreendido, o Pe. Cirilo corre imediatamente para a cela do Padre Prior e contou -lhe o facto, pedindo-lhe para mandar reparar a imagem. O Superior negou-se a atendê-lo, alegando a extrema pobreza do convento. O humilde devoto de Jesus foi chamado a atender um moribundo, Benedito Maskoning, que lhe deu 100 florins de esmola.O Pe. Cirilo levou o dinheiro ao Superior, convicto de que poderia usá-lo para restaurar a imagem. Mas o Superior achou melhor comprar outra imagem, ainda mais bela. E assim fez. O Senhor não tardou a manifestar o seu desagrado; no mesmo dia da benção da nova imágem, um candelabro que estava bem fixo e seguro na parede, soltou-se e caiu sobre a mesma, despedaçando-a .
No entanto o Pe. Cirilo, apesar deste e de outros obstáculos não desanimou esforçando-se por obter meios para restaurtar a imagem. Foi o mesmo Menino que um dia lhe disse que o colocasse à entrada da sacristia pois alguém haveria de se compadecer d’Ele.
Um desconhecido passando diante da imagem, tão bela, mas mutilada, espontaneamente se oferece para a retaurar. Se bem o fez, prontamente se viu recompensado, pois em poucos dias ganhou uma causa considerada perdida, salvando a sua honra e a sua fortuna.
Desde então os favores concedidos pelo Menino Jesus de Praga não cessaram, e nos dias de hoje, também os seus devotos continuam a obter inúmeras graças.
Se não acreditais, experimentai!

(Chama Viva do Carmo nº 696 - 18 Janeiro ‘09)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

AVISOS

DOMINGO 11
Festa do Baptismo do Senhor

Encerramos o ciclo de Natal

SEGUNDA 12
Iniciamos o Tempo Comum, tomando-se as leituras da Segunda-feira da primeira semana.

TERÇA 13
Santo Hilário (MF)

SÁBADO 17
Santo Antão (MO)

DOMINGO 18
Neste Domingo depois do Baptismo do Senhor celebramos a festa do Menino Jesus de Praga. Assim todos nos devemos predispor a celebrar a festa do Divino Rei que prometeu: "Quanto mais Me honrardes mais vos favorecerei.

Tu és o meu filho muito amado

Idênticas palavras são dirigidas a cada um dos baptizados. Todos somos filhos queridos de Deus, ainda que tantas vezes nós não tomemos consciência dessa realidade.

A Igreja no Domingo depois da Epifania celebra a Festa do Baptismo do Senhor, encerrando assim o ciclo de Natal.
À primeira vista parece-nos uma festa deslocada do tempo de Natal, pois até aqui fomos convidados a fixarmo-nos na infância de Jesus, enquanto hoje contemplamos Jesus Cristo adulto, dando início à sua vida pública. Este é, pois, um domingo de transição já que sendo o domingo com que se encerra o ciclo natalício por outro lado é a porta que abre o Tempo Ordinário, pelo que não existe o Primeiro Domingo do Tempo Comum!
O Baptismo de Jesus é uma cena epifánica que atesta mais uma vez a divindade de Cristo. Neste sentido o Baptismo coroa o ciclo natalício: se o Natal é a manifestação de Jesus no ambiente humilde de Belém e a Epifania é a manifestação universal a todos os povos, o Baptismo é a primeira manifestação pública e absoluta em plenitude da divindade de Cristo. De facto poderíamos afirmar que propriamente, o Baptismo é o eco ou continuação da festa da Epifania, já que completa o seu sentido, com outra cena de tipo epifánico ou teofánico.
No Evangelho deste Domingo encontramos João a pregar, anunciando a chegada de alguém mais forte do que ele, e tão importante que o próprio Baptista se sente indigno de desatar as correias das suas sandálias. E como se não bastasse, enquanto João baptiza com água esse Alguém baptizará no Espírito Santo...
Dia após dia João repetia as mesmas palavras e praticava os mesmos rituais e, sem saber, quando ele acedeu baptizar um homem que tinha vindo da Galileia, e que pacientemente aguardara na fila de espera dos penitentes, acabara de realizar o que seu pai Zacarias anunciara: "E, tu menino, serás chamado profeta do Altíssimo". Sim, quando o homem vindo da Galileia saiu das águas do Jordão, rasgaram-se os céus, e o Espírito, como uma pomba, desceu sobre Jesus, e dos céus ouviu-se uma voz: "Tu és o meu Filho muito amado, em Ti pus toda a minha complacência".
João bem dizia que baptizava com água, e Jesus ao colocar-se na fila dos pecadores, que manifestavam o seu arrependimento e se predispunham a converter-se, é um sinal da encarnação de Deus entre os homens
Este é sem dúvida a maior "teofania" narrada nos evangelhos, já que Jesus é apresentado como o ungido pelo Espírito Santo e proclamado Filho de Deus, pela voz do Pai, desde o Céu, com um fundo trinitário: O Pai revela que Jesus é o seu Filho e unge-O com o dom do Espírito Santo, e partir de agora Jesus já pode iniciar e levar a bom termo a missão, que o Pai Lhe encomendou.
É verdade que o sentido do Baptismo que Jesus recebeu é distinto do Baptismo cristão. Foi o próprio Baptista que disse : "Eu baptizo-vos com água, mas Ele baptizar-vos-á com o Espírito Santo". O baptismo de João era um baptismo de conversão, o gesto do desejo de quem se queria converter. Por outro lado o nosso Baptismo é um sacramento real, que nos torna filhos de Deus e, que por acção do Espírito Santo, nos incorpora a Cristo, morto e ressuscitado. No entanto, o baptismo de Jesus prefigura o nosso, pois, assim como naquele momento o Pai testemunhou a filiação divina de Jesus, ungindo-O com o Espírito Santo, antes de dar início à sua missão, também nós no Baptismo somos consagrados filhos de Deus em Jesus Cristo, pelo Espírito Santo, e assim os cristãos sepultdos em Cristo, renascem para uma vida nova; ficam limpos de todo o pecado e convertem-se em filhos adoptivos, começando a formar parte de um povo sacerdotal que proclama ao mundo as maravilhas de Deus.
No Jordão, ouviu-se a voz do Pai: "Tu és o meu Filho muito amado, em Ti pus toda a minha complacência", e as mesmas palavras são dirigidas a cada um dos baptizados. Todos somos filhos queridos de Deus, ainda que tantas vezes nós não tomemos consciência dessa realidade.
Nesta Festa do Baptismo do Senhor, perguntemo-nos como temos vivido a nossa fé: o Pai também se alegra, se compraz, com o nosso modo de viver?

(Chama Viva do Carmo nº 695 - 11 JANEIRO ‘09)

sábado, 3 de janeiro de 2009

AVISOS

QUINTA 08
São Pedro Tomás (MF)
» 17h.45: Exposição e Adoração do Santíssimo, orientada pelos Ministros da Comunhão. Neste tempo de Oração rezaremos pelos vocações à nossa Ordem.

SEXTA 09
Santo André Corsini (MF)


Sábado 10
Bem-aventurado Gonçalo de Amarante (São Gonçalinho) (MF)
» Às 20H.00 Ceia de Reis da Família do Carmo, no salão São João da Cruz

DOMINGO 11
Festa do Baptismo do Senhor


Ceia de Reis - Encontram-se abertas as inscrições para a Ceia de Reis da Família do Carmo que terá lugar no dia 10 de Janeiro.

Listas - Estão em distruição as listas de Leitores e Ministros da Comunhão para os próximos meses.

À MARGEM

O Evanglho de hoje fala-nos de uns magos do Oriente não dizendo donde eram nem quantos eram.
A designação de "Mago" era dada, entre os Orientais, à classe dos sábios ou eruditos, no entanto esta palavra também era usada para designar os astrólogos, o que fez que, inicialmente se pensassse que estes magos eram astrólogos, membros da classe sacerdotal de alguns povos orientais, como os caldeus, os persas e os medos.
Posteriormente, a Igreja atriguiu-lhes o apelido de "Reis" a partir de uma leitura livre do Salmo 70.
Mais tarde uma tradição deu-lhes os nomes de Baltasar, Gaspar e Melchior tendo igualmente atribuído a cada um características próprias. Melchior seria o representante da raça branca (europeia) e descenderia de Jafé, Gaspar representaria a raça amarela (asiática), e seria descendente de Sem e, finalmente, Baltasar seria o representante dos povos de raça negra (africana) sendo descendente de Cam. Assim estariam representadas todas as raças bíblicas (e as únicas então conhecidas: semitas, jafetitas e camitas).
Mais tarde, no século XV, sem qualquer base histórica foi-lhes atribuida a idade: Melchior teria 60 anos, Gaspar andaria pelos 40 e Baltasar teria 20 anos de idade.
Em relação ao significado das ofertas, o ouro teria sido oferecido por Belchior, e representava a nobreza do Menino, Gaspar ofereceu o incenso, representando a divindade de Jesus e finalmente Baltasar terá ofertado a mirra, símbolo do sofrimento que Cristo levaria na terra.
Assim os Reis Magos homenagearam Jesus como Rei (ouro), como Deus (incenso) e como Homem (mirra). Para outros as ofertas dos Magos simbolizavam as várias idades do homem: a juventude do trabalhador, a maturidade do guerreiro e a velhice do sacerdote.

GUIADOS PELA ESTRELA

Hoje somos convidados a olhar para o alto e procurar encontrar a Estrela da Fé, a única que nos pode guiar até Jesus


Nos países em que o dia 6 de Janeiro não é dia Dia Santo, a Solenidade da Epifania celebra-se no domingo entre o dia 2 e o 8 de Janeiro.
A Igreja celebra a Epifania doze dias depois do Natal. Trata-se de uma festa que tem um carácter idêntico à anterior. São festas muito parecidas, diríamos são quase gémeas. O nome de "pequeno natal" dado à Epifania expresaa a ideia popular da festa na Igreja ocidental. Parece como uma repetição, a escala menor, das celebrações natalícias. Entre os cristãos do Oriente acontecia precisamente o contrário. Também eles celebram o Natal, mas não lhe atribuem a mesma solenidade que à Epifania. parece-lhes mais apropiado dar ao Natal o título de "pequena Epifania".
Natal e Epifania são o verso e reverso de um mesmo acontecimento: a revelação de Deus aos homens. No Natal, no entanto, essa revelação é feita aos judeus, na pessoa dos pastores, enquanto na Epifania é o mesmo Deus que se revela aos gentios, ou pagãos, na imagem dos magos.
Quando falamos em magos, imediatamente nos vem à memória a cartomância ou artes adivinhatórias,mas na antiguidade eram homens que se dedicavam ao estudo das estrelas, eram astrólogos. E uma noite quando contemplavam o escuro firmamento, centilando de estrelas, descobriram uma estrela de especial fulgor e compreenderm que era una sinal do Céu, uma revelação divina que lhes anunciava o nascimento do Rei Salvador do mundo, há tantos anos esperado.
Os Magos contemplavam as estrelas, talvez esperando descobrir uma nova, mas para sua surpresa descobriram uma diferente, que lhes anunciou o nascimento de um rei muito importante.
Deixaram tudo, e cada um percorrendo caminhos diferentes, encontraram-se às portas de Jerusalém. Imediatamente intuíram que tinha nascido o Rei dos Judeus. "onde está - perguntam eles - o rei dos judeus que acaba de nascer? Nós vimos a sua Estrela no Oriente e viemos adorá-l’O".
Herodes, que não era judeu, ao ouvir tal notícia ficou perturbado, e como ele todos os habitantes de Jerusalém. Imediatamente consulta todos os príncipes dos sacerdotes, que vão manusear as escrituras, e chegam à conclusão, que segundo as profecias, deveria nascer na pequena cidade de Belém.
Herodes respirou de alívio, e secretamente chama os magos pede-lhes informações precisas sobre o tempo em que apareceu a estrela, enviando-os para Belém com o pedido: "Ide informar-vos cuidadosamente acerca do Menino: e , quando O encontrardes, avisai-me, para que eu também vá adorá-l’O".
Após a informação os magos põem-se a caminho e de novo aparece a estrela que os conduz a Belém. Quando a Estrela se deteve entraram em casa, e contrariamente à nossa maneira de pensar e agir, não sentiram qualquer decepção quando diante de si encontraram um pobre Menino, porque os sábios não olham às aparências mas vêem o íntimo de coração, prostraram diante d’Ele e adoram-n’O, e abrindo os seus tesouros ofereceram-Lhe ouro, incenso e mirra.
Hoje celebramos o dia das estrelas, o dia dos sonhos para quem acredita nas fábulas, de quem é capaz de compreender o sentido profundo de um ditado: "quando nasce uma flor, o universo inteiro faz-se primavera"; dia de quem sabe apreciar a grandeza do pequeno, do que não menospreza a luz vacilante da estrela da Fé, e sabe ver naquele criança a Deus e com alegria se ajoelha a seus pés e Lhe entrega todo o que possui.
Hoje somos convidados a olhar para o alto e procurar encontrar a Estrela da Fé, a única que nos pode guiar até Jesus. No entanto, também muitas vezes pensamos que nos falta a fé, quando, afinal, o que nos falta é a simplicidade das crianças para aceitar a estrela que nos leva Deus e a aceitar a Deus na forma de uma criança.
Deixemos que a Estrela de Belém brilhe cada vez mais intensamente no nosso coração!

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Frei Daniel Jorge

Frei Daniel Jorge Sachipangue de S. José, encontra-se durante estes dias na nossa comunidade. Aqui o vereis a rezar, a partilhar connosco a alegria que nasce do trato da amizade com Cristo e de uns para com os outros.


O Presépio da nossa Igreja

Aqui vos deixamos algumas fotografias do Presépio da nossa Igreja, forma concreta de lembrar o nascimento de Jesus Cristo. Em uma noite, numa gruta, no meio dos animais, na pobreza, nasce o Rei dos Reis, Jesus Cristo nosso Senhor… Encontramos no presépio todo o simbolismo para despertar a Igreja do Natal, nas nossas famílias e em cada um de nós.

sábado, 27 de dezembro de 2008

AVISOS

QUARTA 31
Passagem de Ano

» 8h.00: Eucaristia
» 18h.30 Missa Vespertina da Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus.
» 23H.00 Missa e Oração da Passagem de Ano.

QUINTA 01
SOLENIDADE SANTA MARIA MÃE DE DEUS
* ANO NOVO E XLII DIA MUNDIAL DA PAZ
O Horário das missas será o mesmo dos domingos. Haverá Missa às 10h.00; 11h.30 e 18h.30.
» Às 18h.00 haverá a Oração de Vésperas.

SEXTA 02
S. Basílio e S. Gregório de Nazianzo (MO)

SÁBADO 03
Bem-aventurado Ciríaco Elias Chavara (MF)

DOMINGO 04
Solenidade da Epifania do Senhor

Ceia de Reis - Já se encontram abertas as inscrições para a Ceia de Reis da Família do Carmo que terá lugar no dia 10 de Janeiro.

Listas - Estão em distruição as listas de Leitores e Ministros da Comunhão para os próximos meses

Um parágrafo de Paz

O Dia de Ano Novo, dia 1 de Janeiro, é o Dia Mundial da Paz. Como é habitual o Papa, escreveu a sua mensagem para este dia, intitulada: "Combater a pobreza, construir a Paz". Da mesma apenas transcrevemos um parágrafo, da conclusão da mesma, que nos parece ser uma bela síntese da referida mensagem, e que nos mostra como a Igreja, apesar das muitas críticas de que é alvo, se tem preocupado pelos mais pobres, pelos mais desfavorecidos, dando assim o seu contributo para a construção da "Civilização do Amor", expressão tão querida do papa Paulo VI, o mentor do Dia Mundial da Paz:
"Desde sempre se interessou pelos pobres a doutrina social da Igreja. Nos tempos da Encíclica Rerum Novarum, pobres eram sobretudo os operários da nova sociedade industrial; no magistério social de Pio XI, Pio XII, João XXIII, Paulo VI e João Paulo II, novas pobrezas foram vindo à luz à medida que o horizonte da questão social se alargava até assumir dimensões mundiais. Este alargamento da questão social à globalidade não deve ser considerado apenas no sentido duma extensão quantitativa mas também dum aprofundamento qualitativo sobre o homem e as necessidades da família humana. Por isso a Igreja, ao mesmo tempo que segue com atenção os fenómenos actuais da globalização e a sua incidência sobre as pobrezas humanas, aponta os novos aspectos da questão social, não só em extensão mas também em profundidade, no que se refere à identidade do homem e à sua relação com Deus. São princípios de doutrina social que tendem a esclarecer os vínculos entre pobreza e globalização e a orientar a acção para a construção da paz. Dentre tais princípios, vale a pena recordar aqui, de modo particular, o ‘ amor preferencial pelos pobres’, à luz do primado da caridade testemunhado por toda a tradição cristã a partir dos primórdios da Igreja."